quarta-feira, 20 de julho de 2011

Apresentação 2011/12

Início de uma época que se espera GLORIOSA!
Voltou a rolar a bola na CATEDRAL DA LUZ, confesso que já tinha saudades de ver o nosso BENFICA em acção na CATEDRAL, apesar de ter sido só mais um treino é sempre bom ver/analisar os reforços, rever jogadores da casa e claro, os melhores adeptos do mundo a apoiarem e começarem uma Onda Vermelha que espero, se estenda por todo o país.

A apresentação dos jogadores foi feita ao som de ritmos africanos, e aqui fica a lista dos números de cada jogador:

1- Artur
3- Emerson
5- Rúben Amorim
6- Javi Garcia
7- Cardozo
8- Bruno César
9- Nolito
10- Pablo Aimar
11- Franco Jara
12- Roberto
13- Júlio César
16- Nuno Coelho
17- Carlos Martins
18- Daniel Wass
20- Nico Gaitán
21- Matic
22- Rodrigo Mora
23- Urretavizcaya
24- Ezequiel Garay
27- Miguel Vítor
28- Alex Witsel
30- Saviola
33- Jardel
34- André Almeida
35- Enzo Pérez
37- Rúben Pinto
40- Fábio Faria
47- Eduardo

Não foi um jogo brilhante (nem podia ser!), mas mostrou um BENFICA bastante criativo e com bastantes soluções para a baliza, meio campo e ataque, em minha opinião, nestas zonas do campo, o BENFICA tem o melhor plantel dos últimos (largos) anos.

A indefinição continua no sector defensivo... Nomeadamente, na renovação ou não do Super Maxi e na permanência ou não do capitão Luisão. Se estes se mantiverem de águia ao peito, a defesa titular (Maxi, Luisão, Garay, Emerson) dá confiança e garantia de qualidade, o que me preocupa são as alternativas no eixo da defesa (Carole/Capdevila (por confirmar) e Ruben Amorim/André Almeida dão conta do recado nas faixas), Jardel, M. Vítor e Roderick ainda não estão a 100% para serem alternativas seguras.




Vamos aguardar pela definição do plantel que tarda em ser definido... Principalmente quando temos um desafio de capital importância daqui a 8 dias.

CARREGA BENFICA!

1 comentário:

  1. Na minha opinião, viu-se que o Benfica tem de facto bons valores individuais, mas ainda está algo distante de ter uma equipa.
    Nota-se ainda, um certo distanciamento e desconfiança dos adeptos em relação à equipa, longe de se formar uma grande empatia, a tal onda que ainda num passado recente nos conduziu a grandes momentos de felicidade.
    Julgo até que há alguma injustiça na desconfiança que também existe para com o treinador, responsável por um futebol a que já assistimos na Luz, de qualidade e magia ímpar e que há muito andou arredada da Luz, no mínimo ele merece o benefício da dúvida.
    Mas o futebol é isto mesmo, memória curta, em que a distância entre a besta e o bestial, entre a decepção e a euforia, está normalmente a um pequeno passo de distância.

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